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| As verdades do Código da Vinci |
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| Editoriais do Semeador |
| Dom, 10 de Maio de 2009 21:17 |
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Todo mundo sabe que está nas telas de cinema o filme “O Código da Vinci”, inspirado no livro do tal de Dan Brown. Tratam-se, livro e filme, de um emaranhado de fábulas, ilações, calúnias, imposturas e difamações. O filme todo, como o livro, é uma grande mentira; no entanto, não deixa de revelar algumas verdades. Ei-las: (1) O mundo rejeita Jesus. Vai aparecendo cada vez mais claro todo um movimento para desautorizar e banalizar Aquele que o Pai enviou ao mundo como Luz, Caminho, Verdade e Vida. Sabemos que Jesus é Deus bendito, o Santo Filho eterno do eterno Pai e, no entanto, nos últimos séculos, já foi reduzido a um simples sábio, a um espírito de luz, a um guru, a um revolucionário socialista, a uma espécie de Che Guevara, a um hippie e, agora, a amante de Maria Madalena... Como aparecem verdadeiras as palavras do Evangelho: “Veio para o que era seu e os seus não o receberam”. A rejeição a Cristo por parte de um mundo que já não crê nele nem no seu Evangelho, manifesta-se sobretudo como ataque à Igreja. Desacreditá-la, ridicularizá-la, desautorizá-la, é o melhor modo de tornar inócua a sua palavra, o seu ensinamento e as exigências éticas que, em nome de Cristo, ela teima em recordar ao mundo. Ser pagão e anti-cristão é a moda; cristão vai se tornando ser diferente, ser do contra, caminhar na contramão... (2) É fácil e lucrativo caluniar, mentir e difamar, quando se trata de Cristo e da sua Igreja. E muitos têm lucrado com isso. Só para recordar, alguns exemplos recentes: o livro “Em nome de Deus”, que afirmava, sem nenhuma prova séria, que o Papa João Paulo I foi assassinado no Vaticano; “O Papa de Hitler”, caluniando o Servo de Deus Pio XII, que nunca foi nazista, nunca ajudou a Hitler e nunca foi contra os judeus; pelo contrário, fez o que pôde para ajudá-los. Mais: os filmes “Je vous salue, Marie” avacalhando e desrespeitando a Virgem Maria, o filme “A Última Tentação de Cristo”, afirmando que Cristo teve um romance com Maria Madalena, o filme “Stigmata”, um verdadeiro monumento à idiotice, insinuando que a Igreja fez o possível para abafar o evangelho apócrifo de Tomé (que, na vida real, pode ser comprado em qualquer livraria, inclusive católica). Mais exemplos? O evangelho de Judas, uma obra apócrifa, escrita mais de duzentos anos depois de Cristo por uma seita herética, apresentado como se fosse uma descoberta sensacional. E, no Brasil, para não ficarmos para trás, a obra de “arte” no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, mostrando dois terços de Nossa Senhora na forma de órgão sexual masculino. Isso sem contar com os semanais artigos anti-católicos da Época, da Veja e da Isto É... Tudo isso, sem processo, sem reação da Igreja. Se isso fosse com os muçulmanos... (3) O dinheiro, o sucesso, o lucro, são os deuses deste mundo. Toda essa coisa em torno do Código da Vinci não passa de jogada publicitária. O mesmo vale para o evangelho de Judas. Criar polêmica, mesmo às custas da verdade, para ganhar dinheiro. Eis o deus deste mundo! Foi sempre assim; será sempre assim. (4) A cultura ocidental tornou-se uma cultura vulgar, superficial e cética. Nunca uma cultura foi tão contra ela própria; nunca uma cultura matou tanto suas próprias raízes, nunca renegou tanto a seiva que a alimentou... A sociedade ocidental já não tem valores profundos e não sabe mais defender seus valores... No Ocidente já não se crê em mais nada. Não se percebe que um filme como esses vai destruindo os fundamentos mesmos nos quais nossa civilização surgiu, progrediu e manteve-se. Em nome de uma falsa idéia de liberdade, de senso crítico, de direito à informação e à criação artística (recordem o nosso nanico Ministro da “Cultura”, Gilberto Gil, afirmando que a liberdade de expressão artística é absoluta...), banaliza-se e joga-se na lama os valores mais sagrados de uma civilização. E, ao invés de protestos, tem-se a vulgar e leviana apatia ou até aprovação das massas... O Ocidente pagará caro por sua leviandade e por sua infidelidade às suas raizes. Neste sentido, é muito mais sadia uma sociedade como a muçulmana, que não hesita de protestar e brigar quando seus valores são ridicularizados. Parece que os muçulmanos amam mais a Maomé que os cristãos a Jesus Cristo... Eis algumas das incômodas verdades que o Código da Vinci revela... Não seria o caso de pensarmos um pouco? Artigos Relacionados: |
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