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Uma jóia única no universo PDF Imprimir E-mail
Variedade
Sáb, 23 de Maio de 2009 03:27

 

“A Terra é o terceiro planeta do sistema solar. Se fosse o primeiro ou o segundo, seria quente demais e toda água se evaporaria. Se fosse o quarto, o quinto, o sexto... ou o nono, sua superfície seria tão gelada que não haveria água em forma líquida. 

O tamanho e a massa da Terra também foram calibrados pela natureza para sustentar a vida. Um pouco menos de massa e não haveria força gravitacional para manter uma atmosfera. Um pouco mais de massa e o núcleo provocaria oscilações gravitacionais capazes de transformar o clima em um inferno. 

O mais espantoso: se a súbita expansão que se seguiu ao Big Bang na criação do universo tivesse se atrasado em uma fração de trilionésimo de segundo, as galáxias e os planetas teriam sido atraídos para o núcleo cósmico e destruídos. Se a expansão tivesse se adiantado a mesma fração de tempo, o universo teria se evaporado na forma de uma nuvem de partículas geladas”. 

(Revista VEJA, 22/12/2004, p. 180)

 

            Caro Internauta, 

            Pense nestas afirmações científicas. Você pode atribuir tudo isso ao acaso ou, ao contrário, vislumbrar por trás dessa perfeição uma sabedoria infinita e providente, um coração amoroso e cheio de misericórdia, uma mão onipotente e benévola: Deus. A ciência não tem nem nunca terá como detectar sua existência ou provar sua inexistência. Mas, uma coisa é certa: há tantos e tantos indícios maravilhosos no universo, na natureza e no coração humano que gritam pela existência de Deus! E, quando o homem, humildemente se rende, e aceita que Deus existe, torna-se, então, como uma criança contente: livre e feliz, por saber que a existência tem um sentido e um rumo, e que vimos de um Amor eterno e para ele caminhamos, assim, os sorrisos e prantos da vida passam a ter novo sentido. 

            “Interroga a beleza da terra, do mar, do ar rarefeito e donde quer que ele se expanda; interroga a beleza do céu... interroga todas estas realidades. Todas te responderão: contempla-nos, pois, e observa como somos belas!

            A sua beleza é como um hino de louvor. Ora, essas criaturas, tão belas assim, mas mutáveis, quem as fez, senão Alguém que é Belo de modo imutável?”

(Santo Agostinho, Século V)

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